Onde é mais barato comprar: na Feira Livre ou no Supermercado?

Os preços dos alimentos sofrem variações durante todo o ano, ainda mais quando o assunto destaca as frutas, verduras e legumes. Um dos principais motivos é a chuva, a safra, o clima e a época de colheita. E, para além do mais, a situação financeira das pessoas e do país não é das melhores, então, o que se espera é que as pessoas pesquisem mais os preços e as qualidades.

Então, o que muita gente tem se perguntado ultimamente é: onde é melhor comprar esses alimentos, nas feiras livres ou nos supermercados? O G1 fez um levantamento para responder essa pergunta. Confira algumas respostas!

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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) fez uma pesquisa e mostrou que no supermercado, esses alimentos são mais baratos. E, conforme o estudo, em 3 grandes capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), tudo na feira ficou acima do valor do supermercado.

O quilo da batata inglesa, por exemplo, custa 1,89 reais o quilo no supermercado e 2,14 reais na feira. Já o tomate, sai por 3 reais o quilo no supermercado e 3,47 reais na feira.

A justificativa é que o feirante precisa improvisar muito, principalmente devido ao fato de não ter endereço fixo, o que torna necessário o transporte de alimentos, situação diferente do supermercado, que guarda mercadorias em galpões.

Reprodução: Google

“Na verdade, o consumidor tem que pesquisar e avaliar. Se ele procura qualidade, nas férias você encontra produtos mais fresquinhos. A feira possibilita também você negociar direto com o proprietário e, com isso, conseguir algumas vantagens financeiras”, comenta o especialista em alimentos Regina Oliveira.

“A gente tem que ficar chorando ali, fazendo um charminho ali também. Se não, eles não dá desconto”, afirma a consumidora e doméstica Solange Aparecida. “A gente tem que negociar para, no fim do mês, sobrar um trocadinho”, comenta outra consumidora. De centavo em centavo, ela conseguiu economizar mais de 6 reais em uma única compra, na feira, o que resultou na união da qualidade e do preço.

Com informações do G1