Na China, pessoas com depressão fazem tratamento em Túmulos Abertos

A doença não é nenhuma brincadeira, ainda mais porque, nos últimos tempos, tem se tornado a doença do século, muito comum e difícil de ser tratada. Bem por isso, a notícia que vamos contar agora seria cômica apenas se não fosse tão trágica. Independentemente de qualquer conceito ou condição, o fato é que a ideia existe e vai te deixar de queixo caído.

Na China, um grupo de mulheres que sofrem de depressão resolveram participar de um método nada convencional para tentar tratar essa doença do século. A terapia consiste em colocar os pacientes em túmulos abertos para que vivam uma “experiência de morte”. O objetivo, conforme os especialistas, é fazer com que os pacientes voltem a ver sentido na vida depois de vivenciar situação tão.. tão.. inusitada!

Os túmulos são rasos e ficam o tempo todo descobertos, conforme a criadora do projeto, Liu Taijie. O intuito é fazer com que o participante possa observar como seria o mundo sem sua presença, diz ela. A notícia foi contada ao jornal britânico Daily Mirror.

“As lágrimas são inúteis e a morte não pode resolver problemas. Quero mudar e usar minha experiência para ajudar as mulheres”, diz Liu.

Uma das participantes contou ao jornal “People’s Daily China” que desistiu de se matar após participar dessa terapia alternativa, comenta que “eu comecei a pensar como seria se eu morresse. Pensei em como ficariam meus pais, meu filho, meu marido. Vi que não seria bom para ninguém”.

Reprodução: Google

A depressão, conforme dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), atinge, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades, o que representa um aumento de 18% entre os anos de 2015 e 2016. A doença é classificada como suave, moderada ou severa, dependendo dos sintomas.

Em transtornos mais recorrentes, os episódios envolvem mudança de humor, perda de interesse, do prazer, além da falta de energia para realizar atividades por ao menos 2 semanas. Ansiedade e distúrbios do sono também são sintomas aparentes.

Apesar do projeto citado acima, no Brasil, o mais indicado é que os pacientes procurem médicos especialistas!

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Com informações do iG