7 Fatos que todas as mulheres devem conhecer para evitar o Infarto

Conforme dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, mais de 40% das mulheres morrem de doenças coronarianas no país. Confira agora 7 fatos importantes sobre o infarto feminino e que toda mulher precisa conhecer.

1 – Primeiros Sinais: Conforme estudos feitos na Noruega, no Canadá e nos EUA, a maior parte das mulheres se queixa de algum sintoma importante até mesmo 1 ano antes de um infarto. No geral, pode ser uma fadiga incomum, transtornos do sono e falta de ar, ou ainda a indigestão, ansiedade e dormências em partes do corpo.

2 – Exames Comuns: Nem sempre vão acusar problemas. A redução do fluxo sanguíneo no coração, chamada também de isquemia, é atribuída à presença de obstruções distintas causadas por placas nas artérias coronárias.

Com isso, um estudo dos EUA mostrou que 50% das mulheres com dor no peito, ou outro sintoma, não apresentam obstruções comuns, o que, por sua vez, não é mostrado nos exames rotineiros.

3 – Infartos em mulheres de meia idade: Isso acontece por causa do efeito protetor do estrogênio. Assim, a maior parte das mulheres acontece após a menopausa, com pico depois dos 70 anos.

Porém, conforme estudos, mulheres de meia idade, que tem entre 40 e 65 anos, vem aumentando devido aos fatores de riscos cardiovasculares, como tabagismo, diabetes e pressão alta.

4 – Os fatores de Riscos Próprios: São os cardiovasculares para todos, mas, para mulheres o tabagismo e o diabetes têm aparecido como principais, nos últimos tempos. Isso é acentuado ainda por fatores como complicações na gravidez.

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5 – Coração Partido: É uma síndrome que foi comprovada em 1990 pelos pesquisadores japoneses. A cardiomiopatia de Takotsubo ou balonamento apical transitório do ventrículo direito interfere na eficácia do bombeamento do coração e pode provocar sintomas de infarto e alterações no eletrocardiograma.

6 – Inchaço na Artéria: Pode interromper o fluxo sanguíneo e acontecem em 70% das mulheres. A doença surge entre os 30 e 40 anos e é raro em pacientes jovens. Porém, na maioria das vezes desses casos, não são apresentados nos fatores de risco clássicos.

7 – Defenda-se: Embora a compreensão dos infartos nas mulheres tem melhorado nos últimos tempos, os especialistas ainda dizem que são necessárias mais pesquisas, o que é fundamental para evitar os riscos e os sintomas.

Com informações do Perfeito